Ás duas a mãe do Z levou-nos até ao centro da cidade e fomos até uma coletividade onde jogámos snooker. Fiquei com vergonha de fazer figuras tristes à frente dele e pedi-lhe ajuda,ele disse que é um péssimo professor,mas deu-me umas dicas e na minha opinião até me saí bastante bem. Depois do jogo fomos passear até um pequeno centro comercial que agora pertence a chineses e o Z ficou a saber que eu sou como os Espanhóis,porque quando gosto de uma coisa toco,ou seja,estava constantemente a tocar,a tocar,e a tocar sem parar! Saímos dos chineses e fomos passear ao Fórum da cidade até irmos lanchar no McDonald e soube-me tão bem estar ali com ele,e o comer também estava delicioso,mas a companhia era insubstituível. Nós nunca sabemos para que sítio devemos ir ainda por cima nenhum de nós gosta de fazer essa escolha,mas sem precisar de pensar perguntei ao Z se queria ir um pouco até à avenida da praia e ele aceitou. Estava um pedacinho de vento e andámos lado a lado até chegarmos à praia que costumamos ir. Tirámos o calçado,molhámos os pés e caminhámos pela areia animados. Os barcos passavam pela praia geravam ondas e o Z adora isso,adora ondas e lá ficou no rebentar das ondas molhado nas pernas,já eu fugi assim que vi o tamanho das ondas e corri sem parar a rir-me até parar onde a água não chegava,e sim eu tenho medo de ondas. O Z voltou viu que tinha escrito os nossos nomes na areia e juntos desenhámos um coração totalmente gordo e esquisito à volta deles. Fomos embora e o Z trouxe-me a casa,despedi-mo-nos e quando fechei a porta de casa apercebi-me do dia agradável que tinha tido e senti tristeza por no dia seguinte não poder vê-lo,por causa da escola.
